Herança Múltipla.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Atividade para alunos de Engenharia de Software
"Apenas um simples pedido..."
Certa vez um recente milionário contratou uma empresa especializada para concretizar o maior sonho de sua vida: ter um enorme edifício com mais de 50 andares em seu nome. Visando a aproveitar seus milhões de dólares viajando pelo mundo, o camarada passou 5 anos fora do país. Só voltou por conta de um telefonema do engenheiro responsável pelo edifício que ele havia encomendado. Ele, o engenheiro, informou que o prédio estava pronto.
Ao chegar ao país, cliente e engenheiro marcaram uma reunião e decidiram visitar o prédio. Chegado o dia da vistoria, o cliente passeou por quase todos os apartamentos do edifício. Visitou a cobertura, o salão de festas, a piscina, as quadras de esporte e o playground e, por fim, disse as seguintes palavras ao engenheiro que o acompanhava.
- Meu amigo, (longa pausa) a contrução está excelente.
Porém, antes de terminar sua fala, o cliente foi interrompido pelo engenheiro.
- Obrigado, senhor. Nossa equipe realmente é muito bem qualificada. Nosso foco está na satisfação do cliente e, por isso, seguimos fielmente suas especificações. Aquelas que o senhor nos passou durante uma reunião que tivemos alguns anos atrás (cinco anos, mais precisamente).
Logo após, o cliente continuou:
- Claro. Bom, como eu estava dizendo, gostei muito do edifício: os apartamentos são espaçosos e bem estruturados e o acabamento está perfeito.
Após outra longa pausa do cliente, o engenheiro já procurava ansiosamente o momento para estender-lhe a mão e terminar aquela conversa. Porém, antes que isso acontecesse, veio a revelação:
- Senhor engenheiro. Tenho apenas um pedido a fazer com relação à obra.
Nesse momento o engenheiro imaginou coisas do tipo: "não gostei das cores da recepção", "acho que poderia ter mais plantas na área de lazer", entre outros pedidos dessa categoria, e respondeu:
- Claro, faremos o possível para atendê-lo.
E o cliente sem deboche algum diz:
- Vocês poderiam "chegar" o prédio um metro para a esquerda. É porque assim podemos aumentar o tamanho da calçada e facilitar a passagem dos pedestres.
Ao chegar ao país, cliente e engenheiro marcaram uma reunião e decidiram visitar o prédio. Chegado o dia da vistoria, o cliente passeou por quase todos os apartamentos do edifício. Visitou a cobertura, o salão de festas, a piscina, as quadras de esporte e o playground e, por fim, disse as seguintes palavras ao engenheiro que o acompanhava.
- Meu amigo, (longa pausa) a contrução está excelente.
Porém, antes de terminar sua fala, o cliente foi interrompido pelo engenheiro.
- Obrigado, senhor. Nossa equipe realmente é muito bem qualificada. Nosso foco está na satisfação do cliente e, por isso, seguimos fielmente suas especificações. Aquelas que o senhor nos passou durante uma reunião que tivemos alguns anos atrás (cinco anos, mais precisamente).
Logo após, o cliente continuou:
- Claro. Bom, como eu estava dizendo, gostei muito do edifício: os apartamentos são espaçosos e bem estruturados e o acabamento está perfeito.
Após outra longa pausa do cliente, o engenheiro já procurava ansiosamente o momento para estender-lhe a mão e terminar aquela conversa. Porém, antes que isso acontecesse, veio a revelação:
- Senhor engenheiro. Tenho apenas um pedido a fazer com relação à obra.
Nesse momento o engenheiro imaginou coisas do tipo: "não gostei das cores da recepção", "acho que poderia ter mais plantas na área de lazer", entre outros pedidos dessa categoria, e respondeu:
- Claro, faremos o possível para atendê-lo.
E o cliente sem deboche algum diz:
- Vocês poderiam "chegar" o prédio um metro para a esquerda. É porque assim podemos aumentar o tamanho da calçada e facilitar a passagem dos pedestres.
(Adaptação de trechos do texto original de Philippe Krutchten: "The nature of software: what's so special about software engineering". The Rational Edge, 2001. Disponível em: http://www.ibm.com/developerworks/rational/library/4700.html. Acessado em: Fev. 2010.)
Atividade
Solicitar aos alunos que comentem o texto acima sob a ótica do desenvolvimento de software. Para isso, ele devem utilizar o seguinte roteiro:
- Relacionem as personagens e os cenários (cliente, engenheiro e edifício) ilustrados no texto acima àqueles presentes no ambiente de desenvolvimento de software.
- Por que a pergunta do cliente retratada nesse episódio nos parece tão absurda? Dê exemplo de uma pergunta que, quando feita no contexto da engenharia de software, teria o mesmo impacto para um engenheiro de software como teve para o engenheiro civil da história?
- Como você julgaria a seguinte afirmativa: "Construir software é como construir um prédio"?
- Na sua opinião, qual problema provocou a falha na especificação da planta do prédio e, consequentemente, a insatisfação do cliente?
- Elaborem um diálogo final para a história acima segundo as visões de um engenheiro civil e de um engenheiro de software. Nesse diálogo, o engenheiro tentará explicar ao cliente a impossibilidade da realização de seu pedido.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Cérebro humano vs. Supercomputador
"Right now, Roadrunner, the supercomputer that comes closest to replicating a human’s ability to drive in rush-hour traffic, weighs 227 metric tons and requires a diet of about 3 megawatts. By contrast, the brain regularly handles rush-hour driving on 20 watts (comparable to the power consumption of a Nintendo Wii), and its 1.5 kilograms fit neatly into a handbag." Sally Adee
Impressionante!
Com certeza o atual modelo computacional é bem diferente do modelo sobre o qual o cérebro trabalha.
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